Pensadora Errante
domingo, 20 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Enquanto me preparo para mais uma maratona do dia a dia que se chama vida, deparo-me com pensamentos que em outrora quis afogar... Assim sendo, afogando-me eu própria nos tolos e certos pensamentos, decido por vez extrapolar um pouco disso, exteriorizando um pouco de mim, aquele pouco desconhecido por muitos e reprovado por aqueles que um pouco o conhece. Ah! Se minha mão fosse tão rápida como meus pensamentos... Enquanto isso no momento não acontece, então fica aqui apenas o que posso gravar, o pouco do muito, o muito do quase nada...
Essa sensação do vazio esboçada em um futuro incerto acaba por me fazer enxergar que, de que vale tanto pensar no futuro se não é certo que o terei? Sim, não é certo, pois posso traçar e seguir meus passos em direção ao desejo que agora em mim é real, no entanto, bem como areia que escorre entre os dedos, posso chamar meu futuro de futuro em areia. Já observei quantas vezes isso acontece ao meu redor, pessoas que esquecem um presente vivendo basicamente do alimento ansioso que é cevado para um futuro, este que por sua vez, nem sempre vem, e que quando vem traz em sua bagagem um passado reprimido, corrompido pela máscara do "valeu a pena". Não quero um futuro incerto, não quero e nem pretendo me deparar com um futuro e sentir a frustração de um passado sufocante. Não quero sentir o vento frio, tranquilo e passageiro de um futuro, que enquanto passado foi banhado em suor, em agonia do não poder viver, do sentir-se feto, do sentir-se casulo... Quero manter-me feto por meio dos meus desejos incensantes, viver cada segundo com orgulho e intensidade, poder olhar no espelho e ver o semblante daquela que muda a cada segundo, a cada momento, a cada pensar. Ter e manter a certeza de que vou vivendo e não seguindo... É disso que falo, é isso que sinto, é isso que quero!
sábado, 5 de maio de 2012
Passos aparentemente perdidos... uma outra do lado de fora! É assim que tem sido... Que elas possam voltar, mais perdidas e desvairadas que antes.. Tropeçando em seus calcanhares nessa corrida desesperadora do sair. Que elas venham e que não mais sejam rejeitadas... Que elas gritem mesmo que seja impossível serem realmente entendidas. Confundidas entre tantos pensamentos nomeados "tortos", que elas venham e que não mais possam ir. Clamando por liberdade e quebrando as correntes dessa louca prisão... Que elas venham até quando de mim não mais puderem sair... Que apenas venham!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010

Silêncio...
Preciso ouvir meu pensamento, preciso ouvir o meu próprio pensar!
Rabisco palavras em uma folha antes branca, palavras que não dizem o que são, palavras entrelaçadas que não querem se deixar ouvir...
Um momento... O silêncio foi quebrado e a harmonia feita! Som leve, dançante, envolvente!
Lá vai ela, a imagem perfeita que se esconde em minha cabeça... Cai o vinho de encontro a taça, cor vermelha agora desbotada! Fumaça, suspiros, sussurros, bramidos! E lá vai ela... A imagem perfeita num toque de notas musicais acorrentadas! Explêndido, marcante, palpitante, sufocante...
Passos ritmados em uma dança sem fim, sorrisos cortantes, mãos constantes, movimentos esvoaçantes, sopro falante!
Baixinho... baixinho... Quase que sumindo! E lá vai ela... A imagem perfeita de encontro a loucura da vida. Regras quebradas, promessas desfeitas!
Minha doce loucura e a sua falsa sanidade...
É a vida mais uma vez!
Droga, é mais que uma simples droga, erva mesquinha queimada!
Ouço sons... Mais que sons!
São misturas de energias em um só lugar, são pensamentos em devaneios que se unem mas não são desfeitos! São sensações passadas, esquecidas e exageradas, adiadas, mas nunca marcadas!
Silêncio...
Estou tentando falar comigo, mas não dá, pois ouço sons!
Preciso ouvir meu pensamento, preciso ouvir o meu próprio pensar!
Rabisco palavras em uma folha antes branca, palavras que não dizem o que são, palavras entrelaçadas que não querem se deixar ouvir...
Um momento... O silêncio foi quebrado e a harmonia feita! Som leve, dançante, envolvente!
Lá vai ela, a imagem perfeita que se esconde em minha cabeça... Cai o vinho de encontro a taça, cor vermelha agora desbotada! Fumaça, suspiros, sussurros, bramidos! E lá vai ela... A imagem perfeita num toque de notas musicais acorrentadas! Explêndido, marcante, palpitante, sufocante...
Passos ritmados em uma dança sem fim, sorrisos cortantes, mãos constantes, movimentos esvoaçantes, sopro falante!
Baixinho... baixinho... Quase que sumindo! E lá vai ela... A imagem perfeita de encontro a loucura da vida. Regras quebradas, promessas desfeitas!
Minha doce loucura e a sua falsa sanidade...
É a vida mais uma vez!
Droga, é mais que uma simples droga, erva mesquinha queimada!
Ouço sons... Mais que sons!
São misturas de energias em um só lugar, são pensamentos em devaneios que se unem mas não são desfeitos! São sensações passadas, esquecidas e exageradas, adiadas, mas nunca marcadas!
Silêncio...
Estou tentando falar comigo, mas não dá, pois ouço sons!
sexta-feira, 26 de março de 2010
Sem título!

Tenho sentido saudade do passado ou das pessoas do meu passado, não sei! É uma dor no peito que me extrai lágrimas, que me tira o sono, que me explode o pensar. Me pergunto em alguns momentos, se sou na verdade meio que um museu, que guarda como quase relíquias o que antes foi alguma coisa e hoje não é mais nada. Observo rostos leves, pesados, tristes, cansados, eternos, gravados, passados, fracassados! Tapo os olhos, agora tudo é de um escuro, mal iluminado! Passos que vem e que vão o tempo todo, todo o tempo, passos que ficam, que travam, que não passam! Pernas trêmulas, mãos frias e molhadas, coração acelerado, mundo completamente decepado!
Assinar:
Comentários (Atom)



